7 número que representa a totalidade, a perfeição, a consciência, a intuição, a espiritualidade e a vontade. 7 que simboliza também a conclusão cíclica e a renovação. 7 que por representar o fim de um ciclo e o princípio de outro, traz consigo também a ansiedade pelo desconhecido.
7 são os dias da semana. 7 são os graus da perfeição. 7 são as esferas celestes. 7 são as pétalas de rosas e ramos da árvore cósmica. 7 são as cores do arco-íris.
7 que és meu e de muitos, com certeza. 7 que estás presente na minha vida nos momentos mais importantes.
Sempre tive um "carinho" especial por este número. Não sei explicar o porquê, mas a verdade é que faça o que fizer ele está lá! Mesmo escondido ele marca presença.
Sempre que era o número 7 na escola esse era o ano em que as melhores notas surgiam. Quando fiz exame de código, o percurso era o número 7. Quando comecei o estágio e me deram o cartão de estagiário...era o número 7. E hoje quando acabei de tratar do último balde de matéria-prima ele era o número 7...
Coincidência ou não, a verdade é que este número me dá confiança e talvez sorte e sempre que o vejo surgir na minha vida sorrio, porque sinto que é um sinal de que a vida me vai sorrir...Estúpido ou não, as pessoas têm de se "agarrar" a alguma coisa na vida e eu agarro-me aos pormenores dela.
quinta-feira, 31 de março de 2016
domingo, 27 de março de 2016
Páscoa & Família
Mais uma Páscoa se passou...sei que é cliché, mas isto o tempo passa e nem damos por ele! Este ano consegui voltar a cumprir tradições. Consegui voltar a viver a quaresma tal como deve ser vivida. Consegui participar em todas as celebrações do tríduo pascal. Este ano vivi a Páscoa, à séria!
Esta Páscoa foi feita de comida boa, doces, guloseimas...mas, e sobretudo, foi feita de afetos, de família, de convívio. Este ano dissemos não aos passeios típicos, longe do trânsito, das confusões, do stress...Apenas sossego, paz e tranquilidade que é o que todos nós precisamos por estes dias.
Todos os anos, eu e a minha irmã ficamos responsáveis por tudo o que é doçaria (já no Natal cabe a nós esta tarefa) já estamos mais que profissionais na coisa e até já disse que se engenharia não der...dedico-me aos bolos e doces ehehe isto nunca se sabe o que o futuro nos reserva!
Bem deixo-vos aqui uma amostra das iguarias que fizemos...e aviso já que é impróprio para diabéticos, pessoas em dieta, etc.
Esta Páscoa foi feita de comida boa, doces, guloseimas...mas, e sobretudo, foi feita de afetos, de família, de convívio. Este ano dissemos não aos passeios típicos, longe do trânsito, das confusões, do stress...Apenas sossego, paz e tranquilidade que é o que todos nós precisamos por estes dias.
Todos os anos, eu e a minha irmã ficamos responsáveis por tudo o que é doçaria (já no Natal cabe a nós esta tarefa) já estamos mais que profissionais na coisa e até já disse que se engenharia não der...dedico-me aos bolos e doces ehehe isto nunca se sabe o que o futuro nos reserva!
Bem deixo-vos aqui uma amostra das iguarias que fizemos...e aviso já que é impróprio para diabéticos, pessoas em dieta, etc.
Depois mostro a prendinha que recebi...bem gira! Tenho uma irmã do caraças!!
domingo, 13 de março de 2016
A menina mimada
Sou a mais nova de três irmãs.
Sou a filha que apareceu quando ninguém estava à espera. Sou a filha que mais
“trabalho” deu aos pais. Sou a filha com o feitio mais peculiar. Sou a filha
“mais rebelde”. Sou a filha mais independente. Sou a filha mais mimada.
Normalmente não costumo dizer que
sou mimada e quem me conhece bem sabe disso. Ensinaram-me que ser mimada não
era aquilo que eu achava ser…admito, sou mimada no sentido de mimos. Sempre fui
muito mimada no que diz respeito a mimos. Normal!!! As minhas irmãs quando
nasci tinham 12 e 8 anos. Acabei por vir então substituir os nenucos lá de
casa, vim ser o boneco que elas mais gostavam de brincar e a minha mãe deixava,
porque era uma forma de criarem laços, não haver ciúmes e de me amarem…
Quando decidi que estava na hora
de ir viver “sozinha”, todos aceitaram apesar de saber que lá por dentro
estavam a torcer para que mudasse de ideias, porque “a menina” ainda era
demasiado bebé para ir morar sem os pais e as manas. Mas fui…e provei que era
capaz, apesar de muitas vezes ter chorado por sentir a falta dos mimos, da
atenção, do conforto!
Agora que regressei a casa, o
voltar à vida antiga abalou-me, já não estava habituada a um certo tipo de
controlo, estava habituada à minha liberdade, ao meu espaço, aos meus
momento…Mas agora noto que a minha mãe transparece alegria e sossego. Mima-me
todos os dias, acorda à mesma hora que eu acordo para me tratar do
pequeno-almoço, prepara o copinho de café para a viagem…é a primeira pessoa com
quem converso todos os dias, partilhamos os sonhos que tivemos, os planos para
o dia, as tarefas e até discutimos o jantar…tudo isto antes das 7h, nem sempre
é fácil, mas faço um esforço, porque vejo que estes momentos só nossos lhe
fazem feliz.
Hoje vejo a minha mãe mais feliz
e isso deixa-me bem. Não será para sempre, um dia ela vai ter de se habituar à
ideia de que a filha “bebé” cresceu e já é mulher…independente, dona do seu
nariz e do seu mundo…Até lá vou deixando as coisas rolarem como têm estado a
rolar e a aproveitar cada mimo, cada carinho, cada gesto…Porque a mãe, o pai e
as manas também merecem ter um pouco mais de mim!
Adoro esta fotografia!
quinta-feira, 10 de março de 2016
A carta que nunca te escrevi
Ontem vi-te, apesar de ter sido só assim de passagem.
Cruzámo-nos no caminho, quando regressava a casa, cada qual no seu carro. Ontem
depois de te ver fiquei a pensar, a recordar…Hoje escrevo-te, sei que nunca
irás ler isto na vida, mas escrever para mim é a maneira mais fácil de digerir
as coisas, os pensamentos, os sentimentos…
Eras a pessoa que eu nunca pensei poder vir a perder na
vida. Eras a amiga que pensava ser para a vida. Eras a amiga com quem
partilhava segredos e confidências, namoricos e brincadeiras. Eras a amiga que
conhecia aquela menina tímida. Foste a minha primeira amiga de verdade!
Fomos crescendo e fomos estando sempre juntas, até ao
momento em que…fizemos escolhas diferentes e acabamos por nos afastar.
Prometemos manter contacto, continuar a ser as melhores amigas para sempre,
falar todos os dias, contar todas as novidades…Mas essas promessas não passaram
disso, promessas!
Doeu, mas doeu tanto que ainda hoje e passados todos estes
anos ainda não sei descrever o que senti quando passaste por mim e me
ignoraste. Desiludiste-me! Por tua culpa deixei de acreditar em amigas, no
valor da amizade, perdi a confiança que tinha nas pessoas que diziam gostar de
mim…Não sei o porquê de me teres feito o que fizeste, porque também não tive
coragem de voltar a olhar para ti, mas essa é uma das perguntas que me
assombrou durante muito tempo.
Não sei se te lembras dos momentos que passamos…eu
lembro-me! Das brincadeiras às cientistas químicas como dizíamos, das conversas
nas aulas, dos testes a meias, das idas para os ensaios de dança, das conversas,
das cartas que me escrevias e que ainda hoje guardo na minha caixinha.
Hoje somos mulheres, cada qual com a sua vida, o seu
percurso…as suas escolhas. Ontem ao olhar par ti notei que, e por incrível que
pareça temos mais ou menos o mesmo estilo, que temos o mesmo gosto por modelo
de carros, até porque tens o carro que eu gostava de ter…São pequenas coisas,
mas são coisas que me fizeram pensar.
Hoje e agora com esta carta só te quero agradecer pelo que
me ensinaste em todos os momentos, mesmo aquele quando me “abandonaste”. Apesar
de tudo aprendi contigo. Obrigada!
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